BICHINHO do APRENDER .
Portfólio Digital, criado no âmbito da unidade curricular Modelos e Políticas de Educação e Aprendizagem de Adultos, do curso de Pós-Graduação em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, pela Universidade Aberta
domingo, 9 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Mais um resumo do tema III Politicas de Educação de Adultos no contexto Português
A educação de
adultos é muito importante na nossa sociedade e é uma grande preocupação
Diferentes questões nos são trazidas pelo texto de Armando Loureiro. Se por um
lado se constata o aumento da oferta referente à educação de adultos tanto a
nível não formal, como a nível institucional e político, com ofertas
alternativas às do currículo escolar, o autor questiona-se sobre o seu
verdadeiro sucesso a nível do desenvolvimento local e do papel de organizações
não-governamentais nesse processo. Loureiro refere a importância da educação de
adultos como «campo» de excelência para o desenvolvimento local, na medida em
que tem a potencialidade de identificar os destinatários, as questões, os
recursos e as soluções para os problemas de uma área ou localidade. Quanto mais
as pessoas são formadas maior é o desenvolvimento da sociedade.
Os pressupostos
desejáveis seriam a utilização de uma metodologia participativa, com uma
participação dinâmica e ativa dos adultos. Pressupõe , o diálogo entre os
locais e os agentes de formação externos, numa aprendizagem mútua e de partilha
participativa, bem situado no contexto, afastando-se da visão burocrática e
tecnocrática. Nas conclusões deste estudo apontam para um desajuste entre o
ideal teórico e a prática efetivada. Com efeito optou-se pela proposta de
modelos a partir do exterior, sem a conexão com o local e segundo modelos
formativos muito rígidos e dirigidos a uma lógica de inserção no mercado de
trabalho, imposta pela necessidade de adesão e financiamento de programas da
UE, segundo regras e objetivos uniformes, que não se quadram em realidades
díspares e únicas e numa perspetiva de desenvolvimento pleno e global. Daí o
desencontro de interesses entre formatos propostos e as necessidades loca. Os
projetos limitam-se a enquadrar-se numa lógica de obtenção de financiamento. O
autoenvolvimento da população, as necessidades locais e o desenvolvimento não
são metas cumpridas
Armando
Loureiro, no artigo, “As organizações não-governamentais de desenvolvimento
local e sua prática educativa de adultos: uma análise no norte de Portugal”
procura demonstrar como é que no norte de Portugal a educação de adultos é
integrada no contexto de desenvolvimento local, considerando as perspetivas
teóricas que apontam para a educação de adultos como fonte de desenvolvimento
local. em que o desenvolvimento local deve integrar a vertente educativa de
forma articulada. Neste sentido, o autor interroga como é que se faz tal
articulação, a partir de outras questões que se colocam, nomeadamente:
1.
como é que há entidades com
atividade relevante em educação de adultos sem um projeto definido;
2.
- como é que há entidades com planos
estruturantes e que desenvolvem atividades na educação de adultos sem que, no
entanto, a atividade faça parte de tais planos;
3.
- qual o grau de importância da
atividade de educação de adultos para o desenvolvimento local;
4.
- e qual a estratégia definida para
essa mesma atividade.
Relativamente
ao texto de Dave Richards, Reading International Solidarity Centre (Centro
Internacional de Solidariedade de Reading) (RISC) é bem visível o seu papel
social ativo no apoio local. É também visível o empenho em reverter o caráter
da beneficência para o caráter mais emancipatório, que é caraterizado pelas
intervenções de desenvolvimento local. Apesar de depender de fundos
governamentais, não se limita a eles, mas incute na comunidade local o espírito
de cidadania, e mesmo perante a realidade (crise económica), focaliza-se no
desenvolvimento sustentável, nos direitos humanos e na globalização. É também
visível o trabalho de cooperação onde todos trabalham para um e um trabalha
para todos.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Politica Educativa
Comentário:
Grandes mudanças na sociedade, tanto a nível nacional como internacional ao longo das últimas décadas, fizeram com que a definição do papel da educação como a sua função sofresse grandes alterações. Como consequências dessas mesmas mudanças na sociedade surgiu a necessidade de reavaliara politica educativa, que passa de um domínio doméstico para um domínio público. A política educativa é hoje entendida como uma construção na educação dos cidadãos. Esta é elaborada, em negociações nem sempre consensuais, entre Estado e diversas forças, tanto politicas, económicas como sociais. Dessas negociações deve surgir o modelo ideal educativo, que deve ser o reflexo das necessidades de uma determinada sociedade, a nível educacional. A política educativa deve ser elaborada com o intuito de esboçar orientações/estratégias para tentar resolver, ou reduzir, os seus problemas educativos e sociais. No entanto, estando as sociedades de hoje em constante mudança, a política educativa está agora centrada num ponto muito importante que é o melhoramento na educação e formação dos indivíduos. A sociedade de hoje é cada vez mais exigente a nível social e profissional, como solução fundamental á educação e formação do indivíduo, esta é vista como ponto crucial para o melhoramento da qualificação da mão-de-obra. A prioridade dada á educação é vista como factor importante á não exclusão social, de acordo com as visões de futuro devemo-nos formar para a vida de trabalho a nível pessoal, profissional e organizacional. Uma boa política educativa faz com que o indivíduo tenha uma maior possibilidade de acesso ao ensino e a oportunidades de formação, para assim valorizar e melhorar as suas capacidades profissionais e como consequência disso um melhoramento da competitividade a nível profissional. Segundo (Bernard Charlot, 2007:132) “a globalização é definida em primeiro lugar pela abertura das fronteiras.” O termo de globalização tem vários significados, é um processo de interacção e integração entre pessoas e empresas de diferentes nações, tendo efeito sobre ambiente, cultura, sistemas políticos e desenvolvimento económico. A globalização pode ser considerada um processo revolucionário que decorre do desenvolvimento da tecnologia. Os avanços da tecnologia da informação têm auxiliado ferramentas aos agentes económicos para assim facilitar a identificação de várias oportunidades. A globalização ao longo dos tempos vai sendo impulsionada pelas políticas económicas nacionais e internacionais, muitos governos têm adoptado sistemas económicos de mercado livre, o que favorece a deslocação de empresas de grande poder económico para locais onde se possam desenvolver melhor e onde se possam tornar dominantes no mercado. A globalização vem gerar competitividade económica entre países. Esta proporciona maior visibilidade á política interna dos países, com maior velocidade de interacção social passando a ter o impacto não apenas local mas mundial. Mas temos de ter em atenção que a globalização não significa progresso social, esta pode estar associada tanto a inclusão como exclusão social. Em resumo a globalização é um processo socioeconómico, é uma abertura das fronteiras, o desenvolvimento das multinacionais, a interacção das sociedades ao nível económico, político e cultural. Como diz (Moreira e Pacheco, 2006:65) “caminhamos a passos largos para uma nova conjuntura mundial (…) mas onde os recursos mais valiosos continuam a ser as pessoas e a educação se assume como a via decisiva para a inclusão ou exclusão social”, sendo que a educação e formação são apontados como solução fundamental para preparar uma mão-de-obra mais qualificada e para tornar os indivíduos mais capazes de absorver novos conhecimentos e saber colocá-los em prática, tornando-os assim menos vulneráveis a processos de exclusão social. A aquisição de conhecimentos deverá ser contínua pois a sociedade de hoje está em constante mudança, dai a importância que a formação tem na sociedade cada vez mais “globalizada” onde hoje vivemos.
sábado, 4 de janeiro de 2014
Resumo - Educação de Adultos
Até ao 25 de Abril de 1974 a educação de adultos teve lugar de forma pontual, sem ser enquadrada por uma política contínua e estruturada. Para reduzir as taxas de analfabetismo, tentaram alfabetizar os adultos desenvolvendo competências básicas de escrita, cálculo e leitura.
Na década de 50, surgiu o Plano de Educação Popular que relacionou escolarização e produtividade, implementaram a escolaridade obrigatória e os cursos de Educação de Adultos.
Tornou-se urgente alfabetizar, desenvolver profissionais competentes para acompanhar as tecnologias, aumentarem a produtividade e o desenvolvimento económico e industrial. Assim, a educação de adultos, em geral, ficou limitada à alfabetização surgiu a alfabetização funcional criaram um ensino de qualificação profissional, promoveram competências socioprofissionais nos adultos com cursos de aperfeiçoamento, de mestrança e cursos industriais. O público-alvo foi, principalmente, a classe operária do litoral citadino, ficando sem serem abrangidos os trabalhadores agrícolas do interior.
Em 1971, os projectos de reforma apresentados consagraram a democratização do ensino e a educação permanente. Assim, o sistema de ensino alargou-se à educação pré-escolar, à escolar e à permanente.
A ADGEP criou cursos de educação básica para adultos, promovendo uma alfabetização a par duma educação extra-escolar cultural e profissional, criaram acções culturais, educativas e bibliotecas populares. No ensino nocturno criaram cursos gerais de ensino liceal, reestruturam cursos de ensino técnico e de educação básica e permitiram o acesso à faculdade, sem o certificado escolar através do exame ad-hoc.
Na década de 50, surgiu o Plano de Educação Popular que relacionou escolarização e produtividade, implementaram a escolaridade obrigatória e os cursos de Educação de Adultos.
Tornou-se urgente alfabetizar, desenvolver profissionais competentes para acompanhar as tecnologias, aumentarem a produtividade e o desenvolvimento económico e industrial. Assim, a educação de adultos, em geral, ficou limitada à alfabetização surgiu a alfabetização funcional criaram um ensino de qualificação profissional, promoveram competências socioprofissionais nos adultos com cursos de aperfeiçoamento, de mestrança e cursos industriais. O público-alvo foi, principalmente, a classe operária do litoral citadino, ficando sem serem abrangidos os trabalhadores agrícolas do interior.
Em 1971, os projectos de reforma apresentados consagraram a democratização do ensino e a educação permanente. Assim, o sistema de ensino alargou-se à educação pré-escolar, à escolar e à permanente.
A ADGEP criou cursos de educação básica para adultos, promovendo uma alfabetização a par duma educação extra-escolar cultural e profissional, criaram acções culturais, educativas e bibliotecas populares. No ensino nocturno criaram cursos gerais de ensino liceal, reestruturam cursos de ensino técnico e de educação básica e permitiram o acesso à faculdade, sem o certificado escolar através do exame ad-hoc.
Lei de Bases do Sistema Educativo e Lei-Quadro da Educação de Adultos
Em 1986 foi aprovada a
Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE) segundo a qual, o sistema educativo é
o conjunto de meios pelo qual se concretiza o direito à educação, contemplando
três modalidades de educação: pré-escolar, escolar e extraescolar.
No quadro da LBSE a
resposta á população adulta sem escolaridade de nível básico e secundário
consiste no ensino recorrente de adultos e na educação extraescolar. Vieram a
ser concebidos currículos próprios para o 1º e 2º ciclo do ensino básico
recorrente e posteriormente para o 3º ciclo do ensino básico recorrente e para
o ensino secundário.
A educação extraescolar
expressa-se através de dois tipos de curso:
Ø Os
cursos socioeducativos, visando o desenvolvimento pessoal e a inserção na vida
ativa.
Ø Os
cursos socioprofissionais, vocacionados para a inserção no mercado de trabalho.
Ø Temos
também a dinamização de bibliotecas populares e o apoio ao associativismo.
A LBSE ignora o grave
problema do analfabetismo e a extinção do Concelho Nacional de Alfabetização e
Educação Básica de Adultos (CNAEBA) na sequência da suspensão do Plano Nacional
de Alfabetização e Educação de Base de Adultos (PNAEBA) bem como a sua
substituição pelo Concelho Nacional de Educação (CNE) direcionado para a
educação em geral e não para a educação de adultos.
Em 9 de Fevereiro é
publicada a Lei-Quadro da Educação de Adultos, recorrente e extraescolar. Esta
lei estrutura a educação de adultos em duas modalidades: o ensino recorrente e
a educação extraescolar. É concedida maior atenção ao ensino recorrente, visto
como uma escolarização de segunda oportunidade para os que não tiveram acesso à
escolarização na idade esperada, para os jovens que abandonaram precocemente o
sistema de educativo e para os que pretendem prosseguir com o processo de
desenvolvimento pessoal e profissional.
Quanto à educação extraescolar,
os certificados atribuídos não relevam para efeitos académicos. Mas existe um
sistema de equivalências curriculares entre a educação extraescolar e o ensino
recorrente.
A Educação/Formação de adultos até à publicação da Lei de Bases do Sistema Educativo
1ª
Republica
Ø A
preocupação central da educação de adultos era a redução do analfabetismo.
Ø No
ano de 1911 existiam cerca de 75,1% de analfabetos em Portugal.
Ø No
ano de 1930 esse número baixou para 67,8% devido às práticas de
pós-alfabetização.
2ª
Republica
Ø Devido
ao golpe militar as práticas de pós-alfabetização foram-se perdendo.
Ø O
Estado Novo criou os postos escolares.
Ø As
escolas eram degradadas e baratas e com regentes escolares com baixas
habilitações.
Década
de 40
Ø O
número de escolas estacionou, e o número de alunos a diminuir.
Década
de 50
Ø Surge
o Plano de Educação Popular (pelo ministro Pires de Lima).
Ø Pretende-se
incrementar o cumprimento da escolaridade obrigatória, pelos adultos, através
de cursos de educação de adultos.
Ø Nestes
cursos os alunos matriculados eram em maior número do que aqueles aprovados
pelo exame.
Ø Este
curso era para relacionar a produtividade e a escolarização, daí de obrigar a
entidade patronal com mais de 20 empregados com idades inferiores a 35 anos e
com baixa escolarização a disponibilizar as instalações para o funcionamento do
curso.
Ø Foi dada prioridade
à alfabetização dos operários em detrimento das populações dos meios rurais.
A educação de adultos
confunde-se com alfabetização, com fraco sucesso, acrescida do ensino técnico,
acessível a adultos habilitados com a 4ª classe. A reforma do ensino técnico,
previa além dos cursos em regime diurno, diversos cursos em regime noturno,
dirigida aos adultos. Trata-se de um ensino de frequência popular e terminal de
qualificação profissional.
Para os adultos
existiam:
·
Cursos de aperfeiçoamento:
para quem tinha a 4ª classe e trabalha-se e completa-se 15 anos até ao início
do ano escolar.
·
Cursos de mestrança:
para operários que pretendessem exercer funções de contramestre, mestres e
chefes de oficina.
Década
de 60
Ø Iniciativas
de desenvolvimento e educação comunitários ligadas á igreja católica.
Ø Criou-se
o Fundo de Desenvolvimento de Mão-de-Obra e os centros de formação
acelerada.
Ø Foi
aprovado o estatuto do ciclo preparatório.
Estes cursos são uma
resposta (limitada) ao aumento da procura de escolaridade de níveis
pós-primário, decorrente do aumento da escolaridade obrigatória.
Década
de 70
Ø O
ministro Veiga Simão apresenta para discussão pública o Projeto do Ensino
Escolar e Linhas Gerais da Reforma do Ensino Superior.
Ø Onde
se consagra o princípio de democratização do ensino, e a educação permanente.
Ø O
sistema de ensino passaria a abranger a educação pré-escolar, a educação
escolar e a educação permanente.
Ø A
Lei de Bases foi publicada em 27 de Setembro de 1971, continha a criação da Direcção-Geral
de Educação Permanente (DGEP).
Ø A
DGEP cabia ocupar-se dos cursos de educação básica para adultos, sem ficarem
limitados à alfabetização.
Até ao
25 de Abril de 1974 a (DGEP) – Direção Geral de Educação Permanente
continuou a promover ações culturais educativas e Bibliotecas populares.
Ø
Foram criados cursos
gerais no ensino liceal noturno
Ø
Reestruturaram-se
cursos noturnos do ensino técnico
Ø
Curso de educação
básica para adultos
Ø
Criaram-se os chamados
exames ad-hoc que permitiam o acesso à universidade sem certificado escolar,
para maiores de 25 anos
Ströer distingue duas modalidades de mobilização popular:
Ø Alfabetização
Ø Educação popular
Até ao 25 de
Abril de 74 para a educação de adultos não existia uma política educativa
estruturada, que garantisse a continuidade das ações.
Após
25 de Abril duas orientações distintas:
1-
Campanha de
dinamização cultural
2-
Movimento popular de educação de adultos que
procuravam dinamizar iniciativas para a população adulta.
A atuação
da Direção Geral de Educação Permanente (DGEP) procurou consolidar e promoveras
iniciativas locais.
O Plano Nacional de Alfabetização e Educação
Bases de Adultos (PNAEBA) foi um importante instrumento no sector da educação de
adultos, surgiu em consequência da publicação da lei 3/74, relativa à
eliminação do analfabetismo e que atribui ao governo (através da Direção
Geral de Educação e Permanente (DGEP) e ao Conselho Nacional de
Alfabetização e Educação de Base de Adultos (CNAEBA) obrigação de elaborar o
PNAEBA.
Os
autores do PNAEBA concebiam a educação de adultos ao reconhecer o carácter
político da educação de adultos, bem como das orientações veiculadas nas
conferências mundiais de educação de adultos, organizadas pela UNESCO, de
acordo com as quais a experiência de vida dos adultos é uma mais-valia para os
processos educativos.
No
âmbito do PNAEBA os programas essenciais para a sua execução eram:
Ø
Criação e instalação
de um instituto nacional para a educação de adultos.
Ø
Organização de uma
rede de centros de cultura e de educação permanente.
Ø
Implementação regional
e gradual de esquemas globais e integrados de educação básica de adultos e de
desenvolvimento cultural.
Ø
Alfabetização e
educação básica elementar.
Ø
Melhoria e incremento
do ensino preparatório para adultos.
Ø
Apoio à educação
popular.
Ø
Ações na emigração.
Houve
uma concentração de esforços na alfabetização e na formação profissional, mas
foram insuficientes os programas previstos eram muito limitados existia pouca
iniciativa no ensino preparatório o que impedia a concretização de centros
Existiram
condicionalismos de natureza política, administrativa, organizativa, o que
apesar das intenções expressas no PNAEBA, a educação de adultos não foi
considerada prioritária pelo poder político, logo não existiam condições para
concretizar os programas previstos.
Do
ponto de vista social não existe um movimento de pressão no sentido de
assegurar aos adultos uma educação permanente, que os torne cidadãos críticos e
participativos. As adesões são limitadas, as propostas escolarizantes e
pré-definidas, às quais muitas vezes os adultos aderem por ambicionarem a
inserção e mobilidade socioprofissional
Após a Lei de Bases do sistema Educativo na assembleia da república (1986), focalizou-se no ensino
recorrente e na educação extraescolar. Porém foi o ensino recorrente que
mereceu maior desenvolvimento numa versão escolarizada
Extinguiram-se
as direções gerais vocalizadas para a educação/formação de adultos e a
suspensão do PNAEBA.
Subscrever:
Comentários (Atom)

